De novo a tal da língua portuguesa…

“Existirmos, a que será que se destina”? – Caetano Veloso, Cajuína

Todo mundo tem sua missão. Inclusive as empresas. A nossa aqui na (quase) a mesma coisa é prestar assessoria a empresas que achem importante manter com seus clientes, com seus acionistas e com a sociedade em geral uma política correta de comunicação. Empresas que estejam preocupadas com sua imagem corporativa e que reconheçam que ter respeito pela língua de onde estão instaladas é sinal de respeito aos países que as receberam. Empresas que valorizam questões como cidadania e inclusão e acreditam na educação como um elemento capaz de efetivamente transformar a sociedade.

Em 2010, quando iniciamos este site, fizemos aí embaixo um post em que falava de nossa indignação com empresas que não demonstram qualquer respeito pela língua portuguesa.

Hoje fomos ao Carrefour do Shopping Center Norte e constatamos que a postura da empresa em relação ao assunto não mudou nada, desde a nossa reclamação, em 2010. Em menos de cinco metros de distância uns dos outros, estão esses três avisos, com erros variados.

  

Será que alguém leu nossa reclamação? Provavelmente não, porque o Carrefour não existe para resolver problemas de linguagem. O Carrefour existe para vender mercadorias.  

Bom, mas então que procure ajuda! Porque, sim, há que se cuidar da comunicação empresarial. Há que se cuidar do futuro da educação e cada empresa instalada formalmente neste país deveria ser responsável pelos valores que transmite. E deveria ser multada por conduta que interfira negativamente na formação de nossos jovens e crianças.

Há que se cuidar da vida – e a matéria vida é tão fina…

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